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T Ó P I C O : Aquecimento Global - uma fraude?

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Comentários do Tópico

Aquecimento Global - uma fraude?


Autor: Arthur Nepomuceno

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12 comentários

Último comentário neste tópico em: 11/08/2007 17:30:32


Arthur Nepomuceno comentou em: 12/05/2007 11:55

 

Aquecimento Global - uma fraude?

 

A Fraude do Aquecimento Global por Thomas Sowell [ doutor em Economia pela Universidade de Chicago e autor de mais de uma dezena de livros e inúmeros artigos, abordando tópicos como teoria econômica clássica e ativismo judicial. Atualmente é colaborador do Hoover Institute ] 20 de abril de 2007 © 2007 MidiaSemMascara.org O Canal 4 britânico produziu um documentário devastador intitulado "A Grande Fraude do Aquecimento Global". Ele não foi, ao que parece, exibido por nenhuma das redes de televisão nos EUA. Mas, felizmente, ele está disponível na Internet. Eminentes cientistas, especialistas em clima e em áreas relacionadas ao clima, falam em linguagem simples e apresentam gráficos bastante compreensíveis que mostram o contra-senso da histeria do aquecimento global. Dentre os cientistas, se incluem alguns do MIT e outros das melhores universidades de outros países. Alguns desses são cientistas cujos nomes são citados em publicações que promovem o aquecimento global – mas que afirmam claramente que nunca escreveram o que essas publicações descrevem e que não as aprovam. O público é levado a acreditar que "todos" os principais cientistas embarcam na histeria e na agenda política do aquecimento global, por meio de relatórios oficiais das Nações Unidas e da Academia Nacional de Ciências que são escritos por burocratas – e são, então, adornados com os nomes dos eminentes cientistas que foram "consultados", mas cujas conclusões contrárias são ocultadas. Não há dúvida de que o globo está aquecendo, mas ele já aqueceu e esfriou antes e não está tão quente hoje quanto esteve séculos atrás, antes que houvesse automóveis e antes que houvesse a queima de combustíveis fósseis. Nenhuma das terríveis conseqüências previstas hoje aconteceu então. O documentário britânico analisa alguns dos muitos fatores que causaram o aquecimento e esfriamento da Terra por séculos, incluindo mudanças em atividades do sol, que fica a 150 milhões de quilômetros da Terra e, portanto, totalmente fora da jurisdição do Tratado de Kyoto. De acordo com esses cientistas do clima, as atividades humanas têm muito pouco efeito no clima, quando comparadas com muitos outros fatores que vão dos vulcões às nuvens. Além disso, esses cientistas do clima desmascaram os modelos matemáticos que têm sido usados como combustível para a histeria do aquecimento global, uma vez que as evidências dos fatos, coletados ao longo de séculos, contradizem esses modelos. O que é ainda mais preocupante do que ver o público, a mídia e os políticos sendo manipulados e atemorizados, é descobrir quanto esforço é despendido em silenciar cientistas que ousam dizer que o rei está nu. Professores e pesquisadores das universidades que decidem viajar no trem do aquecimento global, têm muito mais chance de conseguir fundos de pesquisa do que aqueles que expressam dúvidas – e pesquisa é o fluido vital de uma carreira acadêmica nas melhores universidades. Movimentos ambientalistas mundo afora estão comprometidos com a histeria do aquecimento global e, em nenhum outro lugar, tanto quanto nos campos universitários, onde eles podem perseguir aqueles que se opõem. Um dos cientistas entrevistados no documentário britânico relata ter recebido até ameaça de morte. Na política, mesmo conservadores republicanos parecem pensar que, se você não pode vencer o inimigo junte-se a ele. Assim também pensam grandes empresas, que se juntaram à histeria. Isso somente possibilita que os cruzados verdes declarem, em todas as oportunidades, que "todos" acreditam no cenário do aquecimento global, exceto alguns poucos "negadores" que são como os negadores do Holocausto. A diferença é que temos a evidência verdadeira e dolorosa de que houve um Holocausto. Mas, em relação ao aquecimento global que causa tal histeria, temos apenas um filme, feito por um político, e modelos matemáticos cujos resultados mudam drasticamente quando se mudam algumas poucas variáveis, arbitrariamente selecionadas. Ninguém nega que as temperaturas se elevaram de aproximadamente um grau centígrado nos últimos cem anos. O que os cientistas do clima negam no documentário britânico, é que você possa descuidadamente extrapolar isso ou que você possa afirmar que nos aproximaremos de uma catástrofe climática se não tomarmos medidas drásticas que poderiam causar uma catástrofe econômica. "Aquecimento global" é apenas a mais recente de uma longa lista de cruzadas histéricas a que estamos, parece, crescentemente suscetíveis. Publicado por Townhall.com Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo.

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Egydio Hervé Neto comentou em: 19/05/2007 15:59

 

Uma verdade inconveniente ou uma mentira interesseira?

 

Assisti ao filme do Sr. Al Gore e só encontrei motivos para acreditar nele, como disse aqui: http://www.peabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=4317 Mas e agora? O que dizer diante desse desmentido? Acusam-no de uma fraude. São pessoas importantes e bem fundamentadas. Quem está com a verdade? Diante de minha própria opinião tenho que reforçar meus argumentos: acredito no Sr. Al Gore. Tenho provas? Viajei o mundo? Vivi em diferentes épocas? Sou um cientista? Como a maioria dos que estão agora lendo não tenho provas de nada, sei o que falam, vejo e sinto (mas isto é muito pouco) portanto tenho como argumentos apenas as minhas suposições e deduções. Que motivos têm os que desmentem o Sr. Al Gore? Para mim parecem muito evidentes: interesses comerciais fortíssimos que eu conheço muito bem, motivados por negócios que se desenvolvem hoje e que serão prejudicados se uma menor ação na natureza for exigida e posta em prática. Recursos naturais como a água, florestas, petróleo, gás, processos industriais como a queima, a emissão de gases tóxicos, a emissão de efluentes líquidos venenosos. Se deixarem de usar estes métodos, como produzirão, como vão se manter, manter empregos, faturamento, lucro? São razões palpáveis e visíveis para ser contra a "verdade inconveniente" de que a natureza está sendo atacada e destruída. E que razões temos nós, ao lado do Sr. Al Gore? Será que Al Gore é um oportunista? O que ele ganha com esta "verdade inconveniente"? Será que prestígio, cargos políticos, posição social e até mesmo dinheiro? Então seria uma luta egoísta, de um homem só ou existem grupos interessados em apresentar "mentiras" e ele seria o porta-voz, mas... com que objetivo? Falam que a Terra já esquentou antes e depois tornou a esfriar e que "estamos aí" e a natureza também. Falam que a humanidade "pode muito pouco" diante da própria natureza e que são "fenômenos naturais" espontâneos que estão ocorrendo, causados por vulcões, furacões, secas e inundações, "caprichos da natureza" que "sempre" aconteceram. E provam (?!) Bem, acredito no Sr. Al Gore, e em suas provas (?!) As provas são igualmente questionáveis. Vou pelas minhas razões. E vocês?

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Marco Valério Aleluia comentou em: 19/05/2007 21:19

 

Ainda assim,acredito

 

Mesmo com toda a argumentação colocada,ainda assim,acredito que a interferência antrópica esteja acelerando o processo de aquecimento da Terra. Não creio que a taxa de incremento dêste fenômeno,se é que é mesmo cíclico, fôsse tão rápida,não fôsse o homem. Além disso,os interêsses corporativos são colossais e reduções de emissões, fatalmente requerem a mudança de conceitos que afetam as corporações.

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João Carlos Cascaes comentou em: 19/05/2007 22:14

 

Aquecimento global

 

Prezados amigos As hipóteses e "teorias" a favor e contra o aquecimento global criaram um ambiente de discussão mais do que necessário sobre usos e costumes da humanidade. Cedo ou tarede muita coisa deverá mudar. O terrorismo preocupa na medida em que os mais radicais sentem por aí a necessidade de perturbar todo mundo,imaginando, contudo, que realmente deveremos mudar muita coisa, ótimo! A reengenharia da sociedade humana é mais um desafio que estimulará a inteligência, a criatividade, a operosidade do ser humano. A única coisa realmente inútil é ficarmos assombrados e paralizados. Pior ainda, travando projetos, trabalhos, atividades de rotina e outras necessárias ao nosso desenvolvimento. Com ou sem aquecimento global a lógica consumista e egoísta que domina a humanidade é ruim, perversa. Precsisamos de fraternidade com liberdade, senso de responsabilidade e vontade de agir próativamente em relação à construção de um futuro melhor. O medo comum poderá ajudar a todos na revisão de paradigmas etc. Diante de tudo precisamos procurar indicadores, métodos de avaliação e assumir processos de vigilância e, paralelamente, rediscutir nossas cidades, sistemas de transporte,transformação e utilização da energia e por aí afora. O ideal seria uma entidade internacional de grande credibilidade organizando esse trabalho para que todos se unam e produzam com método e objetividade. Infelizmente estamos na fase do alarmismo, mal necessário que deverá convergir para um processo de trabalho justo, necessário e honesto rumo ao futuro. Abraços Cascaes

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Marcos Moliterno comentou em: 20/05/2007 12:16

 

Fraude?

 

Caro Arthur e demais amigos, Vamos aceitar que seja razoável o exposto no texto, que o aquecimento global resulta de atividades naturais e que nada pode o Homem fazer para aumentar ou minimizar esta condição. Vamos adicionar mais tempero nesta carne, dizendo que todo o carbono que se encontra na atmosfera já estava presente, de uma forma ou de outra no planeta, e que apenas a velocidade de liberação deste carbono na atmosfera é diferente com a ação antrópica. Portanto, aceito completamente as colocações feitas, e afirmo com convicção de que deveria haver mais espaço a cientistas contrários à hipótese da corrente majoritária de pensamento. Isto posto, faço apenas uam pergunta: e se a corrente majoritária estiver correta?

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lucila fernandes lima comentou em: 20/05/2007 14:39

 

Fraude ou interessse na não responsabilização da UK como emissora histórica de GEE?

 

Prezados Colegas, A questão do aumento global da temperatura é fato incontestável bem como divergências científicas sobre as razões do aquecimento global do clima, aliás, muito dos relatórios científicos elaborados por várias entidades ao redor do mundo dependem da visão e da força política dos Estados envolvidos e de seus interesses econômicos. Hásmais de 10 anos estudo este assunto e acredito que muitos dos cenários científicos já traçados poderão ser e em alguns casos já são realidade. Não se justifica apontar "os vilões da história" mas som a humanidade se conscientizar que as alterações são uma realidade " em crescimento" que trazem e trarão mais desbenefícios do que benefícios.Todos temos que agir em pról de uma mudança de paradigma de nosso estágio atual, seja a sociedade civil,sejam as empresas e industrias, os governos, os indívíduos sob pena de entrarmos em círculo sem volta de esgotamento dos recursos naturais. O modelo de desenvolvimento a todo custo e em benefício de uma minoria já está ultrapassado bem como business as usual. Ou optamos por uma maior eqüidade social e pelo desenvolvimento sustentável e sustentado, pelo respeito aos limites de resilência do planeta,pela não mais socialização dos prejuízos em pról do benefício de poucos, com modos de agir assertivos ou infelizmente o mundo verá mais e mais ondas de refugiados ambientais, maior desertificação, menos produção agrícola, extermos de calor e secas e aumento de catástrofes naturais. Ainda sou otimista e ainda acredito que embora não possamos conter o problema da mudança climática podemos sim minorar os riscos e mitigar as ações negativas para evitarmos um final planetário infeliz do qual o ser humano e a sociedade global serão os mais prejudicados. Somente conciliando a vertente econômica com benefícios sociais e com o meio ambiente iremos fundar uma sociedade melhor. Não podemos esquecer que todas as espécies e seres estão interconectados e fazem parte de uma mesma teia de dependência. Estamos inaugurando uma era de compartilhamento e de conhecimento na qual a tecnologia unida a inteligência e criatividade humana podem fazer a diferença desde que utilizadas de forma racional e em benefício global. Os países do primeiro mundo são hoje vistos como os principais responsáveis históricos pelo aquecimento global de origem antrópica e nós dos países em desenvolvimento somos também responsáveis pelo destino que pretendemos dar às nossas nações, às nossas atuais epróximas gerações, e o tipo de desenvolvimento que queremos, devemos levar em consideração o papel de todos nós para minorar os problemas ambientais. Abraço, Lucila

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Oswaldo Gouvêa de Oliveira Neto comentou em: 21/05/2007 19:42

 

Glenn Beck w. Great Global Warming Swindle Producer Durkin

 

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Marcio Leme comentou em: 08/06/2007 21:55

 

 

Quem trabalha diretamente com a questão sabe que nossos "cientistas climáticos", ou seja, os Meteorologistas trabalham com hipóteses, e portanto com possíveis cenários climáticos, que podem ou não estarem corretos. Nenhum deles afirma com 100% de certeza as previsões apocalípticas da imprensa para nosso futuro. Na verdade, ocorre que a evolução desses estudos está mostrando ao mundo, que a probabilidade da ação antrópica na atmosfera ser a causadora do aquecimento global é cada vez maior , e ainda, que o efeito desse aquecimento pode ser catastrófico. O Problema está no sensacionalismo dado pela imprensa ao fato, nisso incluo o aclamado filme do ex-vice-presidente americano. Não vou falar dos interesses políticos aqui, andei lendo sobre as infinitas possibilidades, algumas realmente absurdas, ri muito, é um bom exercício para quem tem imaginação fértil. Este fato remete ao caso dos CFC´s, os cientistas a que aclamavam a destruição da camada de ozônio sofreram o mesmo tipo debate, o que é cientificamente saudável claro, e só conseguiram provar os fatos quase 15 anos depois. Se tivéssemos esperado todo esse tempo talvez os impactos pudessem ser bem piores hoje. Penso do mesmo modo sobre o aquecimento global.

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Marcos Moliterno comentou em: 11/06/2007 08:18

 

Fraude ou não

 

Caros colegas, Creio que mais importante no debate sobre o aquecimento global, científicamente comprovado, não se pauta na dúvida, ou seja, se há relevância na ação antrópica no processo de aquecimento.. Penso que mais rico é o debate que se inicia, e que se reluta em adotar, sobre outros modos de reger a vida das sociedades. O debate é a pá de cal na Era do Desperdício, possibilitada pelo petróleo acessível e de baixo valor. Embora a demanda por energia, transporte e comunicações vá crescer, germina-se nas academias, nos institutos de pesquisa e nas engenharias de modo geral, modelos mais eficientes de geração, transmissão e de alternativas energéticas cujo custo de desenvolvimento era impedido pelo baixo custo do petróleo. O esforço envolve desde a agricultura, que estuda como aumentar a energia de biomassa sem acrescentar novas áreas plantadas, passa pela a indústria, que desenvolve lâmpadas e motores elétricos com baixo consumo de energia, e adequa os motores de ciclo Diesel aos movimentos truncados do trânsito urbano. Assim, é crível que a despeito das dúvidas sobre as razões para o aquecimento global, é inescapável que a magnitude do debate desague em novos modos de desenvolvimento e de relaçõessociais, mais equilibrados e menos perdulários. Eng. Marcos Moliterno

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Paulo Henrique Leme comentou em: 13/06/2007 08:51

 

Fraude ou não, quais as pesquisas do Brasil sobre o tema?

 

Ficaremos anestesiados também em relação ao aquecimento global? Por Ana Luiza Herzog Essa semana tive a prazerosa oportunidade de ouvir por mais de uma hora, aqui mesmo no prédio da Abril, Carlos Nobre, renomado climatologista brasileiro e um dos membros do IPCC - o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, da ONU. Como é comum àqueles que realmente entendem de um assunto, Nobre foi além dos aspectos técnicos e tentou mostrar um panorama das suas preocupações sobre o aquecimento global. Vou dividir algumas delas com vocês: Para começar, o climatologista afirmou que é pessimista por natureza e de que não tem certeza que a questão do aquecimento global realmente desencadeará mudanças profundas nos modelos econômicos dos países ou nos hábitos das pessoas. "Acredito que o tema continuará em evidência porque existirão desastres naturais, epidemias de dengue e dezenas de outros problemas desencadeados pelo aumento da temperatura", afirma Nobre. "Mas, ao mesmo tempo, temo que a sociedade fique anestesiada, como já ficamos anestesiados em relação à violência e a corrupção". Nobre disse que se surpreende com o fato de que o Brasil não está preocupado em estudar os impactos que o aquecimento global terá sobre a nossa sociedade. "Somos um dos países mais atrasados. Simplesmente não sabemos os impactos que as mudanças climáticas terão sobre o Brasil e não estamos discutindo políticas de adaptação" A Holanda, com muitas terras abaixo do nível do mar que correm o risco de ficar inundadas devido ao aquecimento global, já gasta bilhões de dólares em adaptações para as mudanças climáticas. Países menos vulneráveis, porém, como o México, também investem em estudos sobre o tema. "Como o aquecimento global vai, por exemplo, impactar a nossa matriz energética baseada, sobretudo, em energia hidráulica?", diz Nobre. "Ninguém sabe". Nobre elogiou o fato de que nos últimos dois anos o poder público conseguiu frear o desmatamento na Amazônia, graças, por exemplo, a ações do exército e da polícia federal. Ressaltou, porém, que políticas de comando e controle têm vida curta e que a única solução definitiva para o desmatamento da floresta é a criação de um modelo de desenvolvimento. "Cerca de 18 000 famílias na Amazônia controlam 80% da sua riqueza. Como isso pode dar certo?". Questionado sobre o frenesi generalizado de plantio de árvores como mecanismo para combater o aquecimento global, Nobre respondeu de maneira bem humorada que as árvores têm, sim, um poder emblemático importante na busca pelo desenvolvimento sustentável. "Plantar árvores melhora o ambiente e isso está provado", disse ele. "Mas a neutralização do carbono do planeta, definitivamente, não será conquistada com o plantio de árvores". Fonte: Blog de Ana Luiza Herzog http://portalexame.abril.com.br/blogs/sustentabilidade/listar1.shtml Publicado em 24/05/2007 - 12:15

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